Mil Vezes Boa Noite

Talvez nenhum outro momento do filme iguale o impacto deste início, mas “Mil Vezes Boa Noite” mantém um ótimo nível de questionamento político e de linguagem cinematográfica, ao interrogar a responsabilidade ética da fotógrafa (e dos média em geral) diante dos atos de violência. Rebecca deveria ter avisado as pessoas ao redor com antecedência, ao invés de deixar a bomba explodir? Ou talvez as suas fotografias pós-atentado tenham maior potencial de atingir o público geral e sensibilizá-lo à causa? Onde termina a denúncia e começa a exploração da miséria? Estas são algumas das importantíssimas questões abordadas de maneira muito eficaz pelo cineasta Erik Poppe.

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