TWEET DE 9 DE DEZEMBRO: II Domingo do Advento

Neste dia 9 de Dezembro, D. Francisco José Senra Coelho publica na sua conta do Twitter um novo Tweet, que aqui partilhamos:

O II Domingo do Advento coloca-nos o desafio da conversão: “João pregou um batismo de penitência para remissão dos pecados.” A metanoia, ou mudança de vida, são apelos intrisecos ao Advento. Para que o Evangelho ilumine as nossa vidas importa dar-lhe espaço, eis olugar da conversão de vida!

Votos de Fecundo Advento!

16 de Dezembro: Assembleia Diocesana do Movimento da Mensagem de Fátima

No próximo dia 16 de Dezembro, decorrerá a Assembleia Diocesana do Movimento da Mensagem de Fátima (MMF) da Arquidiocese de Évora.
No centenário da Morte de São Francisco Marto, sob o tema “Consolai o vosso Deus”, o programa da Assembleia será o seguinte: 15h, saudação/oração; 15h30, conferência: “Actualidade e Expectativas do MMF”, por Nuno Neves, presidente nacional do MMF; 16h15, apresentação do plano de actividades diocesano, pelo Pe. João Luís Silva, assistente diocesano do MMF; 17h15, intervenção do Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, e apresentação do livro “Em Nome dos Pastorinhos.
A Assembleia Diocesana terminará pelas 17h45, com recitação do Terço.

15 de Dezembro: Encontro de Advento para Adolescentes/ Jovens

No próximo dia 15 de Dezembro de 2018, no Seminário de Vila Viçosa, realiza-se um Encontro para os Adolescentes e Jovens que frequentam a catequese e/ou grupos de jovens e também as aulas de EMRC, do 3º ciclo e ensino secundário, da Arquidiocese de Évora.
O encontro divide-se em duas partes, a parte da manhã será de reflexão e a tarde será dedicada a actividades de voluntariado em três valências da Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa.

D. Manuel Mendes da Conceição Santos: Aniversário do nascimento do Servo de Deus

A Missa do 142.º aniversário do nascimento de D. Manuel Mendes será celebrada, este ano, no dia 13 de Dezembro (5ª Feira), às 11 horas, na Sé de Évora, seguindo-se uma breve oração no claustro, junto do seu túmulo, para pedir e agradecer graças obtidas por seu intermédio.

Solenidade da Imaculada Conceição: Homilia do Arcebispo de Évora proferida no Santuário de Vila Viçosa

SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM MARIA

 

HOMILIA DA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA

 

Santuário Nª Sª da Conceição

Vila Viçosa, 08.XII.2018

 

Em pleno tempo de Advento, celebramos a Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria. Advento é convite incessante para a preparação para o encontro com o Senhor, fazendo de cada celebração litúrgica um encontro com o Senhor; de cada encontro humano, uma oportunidade de crescimento e amadurecimento na humanização; de cada cruz da vida, uma esperança pascal, até que o Senhor venha definitivamente às nossas vidas e, finalmente, ao encontro de toda a Humanidade.

O Advento centra-nos na Esperança e na Vigilância, convidando-nos a caminhar até Cristo. Este caminho faz-se pelo progresso da vida espiritual, numa crescente identificação com o Reino de Deus, proclamado por Cristo. Este caminho exige-nos conversão, para que seja possível a nossa identificação com os valores e critérios do Reino de Deus, proclamado pelo Senhor Jesus. Vigiar sempre, sem nunca deixar de esperar, é a concretização deste espírito de conversão, de metanoia própria da nossa cristificação.

As leituras bíblicas que acabámos de acolher em nossas vidas, convidam-nos a contemplarmos Maria, a Mãe de Jesus, a sua primeira e mais excelsa discípula.

Na primeira leitura, retirada do Livro do Génesis, o autor Sagrado explica, mediante uma narrativa alegórica, repleta de metáforas, e etiológica, a transgressão original, da qual sobressai a repetida tentação da Humanidade prescindir de Deus e de querer ser como Deus. O Evangelho apresenta a Virgem Maria como resposta a esta desordem original e originante. À criação de Eva, por parte de Deus, responde o mesmo Senhor com a nova criação que, em Maria, começa, com a Sua entrega incondicional à vontade de Deus: «Faça-se em mim, segundo a Vossa Palavra». É que Maria sabe que Deus é o Senhor da História e, por isso, é o Senhor da Sua vida.

         Um comentador bíblico contemporâneo afirma que, «em Maria, Deus contempla aquilo que gostaria de ver em cada um de nós»; é neste contexto que o Apóstolo Paulo, no passado Domingo, dizia aos Filipenses: «Tenho plena confiança de que Aquele que começou em vós tão boa obra, há-de levá-la a bom termo, até ao dia de Cristo Jesus».

         Deus não impõe, mas propõe, como fez com a Virgem de Nazaré. Se n’Ela, Deus quis precisar do seu SIM para que o Verbo de Deus, Jesus Cristo, se formasse e se fizesse homem, nascendo como Redentor de todo o Homem e do Homem todo, hoje, a caminho do Natal, a Palavra do Senhor convida-nos a deixarmos que essa mesma Palavra gere Jesus nos nossos corações e nas nossas vidas para que, como discípulos missionários, O possamos anunciar, testemunhar e transmitir, para salvação de muitos e de muitas. Eis o apelo desta Solenidade, em tempo de Advento: deixar que Cristo se forme em nós para que sejamos discípulos missionários, com testemunhos de vida contagiantes, sempre na Alegria do Evangelho. «Grandes maravilhas fez por nós o Senhor, por isso, exultamos de alegria!».

         Na segunda leitura, ouvimos o Apóstolo Paulo proclamar aos Efésios a sua vocação à Santidade, enquanto Filhos de Deus, herdeiros da Eternidade e Pedras Vivas da Igreja de Cristo. A nossa vocação batismal insere-nos na Igreja e faz de cada um de nós membros vivos do Povo de Deus. A eclesialidade é uma referência incontornável para os discípulos missionários: «Que ninguém chame Pai a Deus, se não chamar Mãe à Igreja!»

         Quem quiser encontrar um modelo para a sua vivência eclesial tem em Maria a referência maior e o auxílio supremo. É que Maria pertence à Igreja, verdade que nem sempre parece ser valorizada. Ela faz parte do mesmo povo que nós. É o membro mais eminente da Igreja, mas não está fora dela. Santo Agostinho, que a proclama «santa e bem-aventurada», não hesita em sustentar que «é mais importante a Igreja do que a Virgem Maria». Precisamente «porque Maria é uma parte da Igreja, membro santo, membro excelente, membro supereminente, mas, apesar disso, membro do corpo total».

         O que é singular em Maria tem validade e, sobretudo, luminosidade para a globalidade da Igreja, O que Maria foi é o que a Igreja é convidada a ser continuamente. Para Cristo, Maria é a segunda Eva, aquela que restaura, pela sua obediência, o que a primeira havia corrompido pela sua desobediência; assim, ela é a verdadeira auxiliar da obra salvífica de Cristo e o “recetáculo” da Igreja, como lembra Santo Ambrósio.

         Os Padres da Igreja gostam de sublinhar que Maria é, ao mesmo tempo, Virgem e Mãe: virgem, pois preserva o seu corpo para a encarnação da Palavra divina, no seio da fé – tornando-se, assim, mãe de uma forma inimitável. Maria é a figura-tipo da Igreja, não como mera “prefiguração”, mas, sim, enquanto arquétipo, isto é, enquanto “ideia” realizada de forma perfeita e inigualável e é, por isso mesmo, na sua ação pessoal, no seio da comunhão dos santos, a única que é perfeitamente adequada e coextensiva à eficácia da Igreja como “auxiliar” de Cristo. A missão de Maria reside na sua maternidade. Ela é a mãe dos membros de Cristo porque, pelo seu dom de amor «contribuiu para que nasçam na Igreja os crentes». Os Padres conciliares quiseram retomar esta ideia ao afirmarem, na Constituição Dogmática Lumen Gentium: «No mistério da Igreja, a qual é também com razão chamada mãe e virgem, a bem-aventurada Virgem Maria foi adiante, como modelo eminente e único de virgem e de mãe», com Aquela que foi sempre de Deus, desde o seu primeiro instante, pela Sua Imaculada Conceição.

O tema da Sua Imaculada Conceição é abundantemente abordado pelos Padres da Igreja e, como tal, já referenciada na Península Ibérica no século VII, porém, será o Oriente Cristão o primeiro a celebrá-la. A sua festividade chega e divulga-se na Europa Ocidental e em toda a Europa, através dos Cruzados ingleses, nos séculos XI e XII. Vivamente celebrada pelos Franciscanos, a partir de 1263, será o Papa franciscano Sixto V a inscrever esta festa no Calendário Litúrgico Romano, a 28 de Fevereiro de 1477.

         A 8 de Dezembro de 1854, a Igreja viveu o auge de toda esta riqueza teológica e celebrativa. Após consultar os Bispos da Igreja, o Papa Pio IX definiu solenemente o Dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria, pela Bula Ineffabilis Deus. O Dogma resulta de tudo o que a Igreja viveu até esta data e vive até aos dias de hoje. Faz parte da identidade da nossa Fé!

         Portugal antecipou-se profeticamente à Igreja Universal quando o nosso Rei Dom João IV proclamou Nossa Senhora da Conceição, venerada aqui, em Vila Viçosa, Padroeira de Portugal, nas Cortes, a 25 de Março de 1646. Já depois da morte do Monarca, o Papa Clemente X confirmou Nossa Senhora da Conceição como Padroeira de Portugal, pela Bula Eximia Dilectissimi.

         Eis-nos aqui para, com Ela, a nossa Mãe e Catequista, prosseguirmos no Advento das nossas vidas e, pela sua mão, porque discípulos missionários, dizermos ao Senhor: MAGNIFICAT!

+ Francisco José, Arcebispo de Évora

Imaculada Conceição: Saudação ao Presidente da República pelo Arcebispo de Évora

SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM MARIA

SAUDAÇÃO AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Santuário Nª Sª da Conceição

Vila Viçosa, 08.XII.2018

Saúdo Sua Excelência, o Senhor Presidente da República, pela sua presença entre nós, neste Santuário Nacional, dedicado a Nossa Senhora da Conceição.

Como membros desta Pátria e do Povo Português, os Católicos sentem grande alegria e gratidão por terem, com eles, por algumas horas, o Presidente de todos os portugueses.

Na sua pessoa, sentimo-nos unidos a todos e, por todos, rezamos com a fé que recebemos de nossos pais e avós e super abunda no húmus em que se sustentam as raízes da nossa identidade nacional.

No maior respeito e espírito de tolerância e liberdade de consciência e religiosa, do Solar da Padroeira de Portugal, abraçamos todos os portugueses, sobretudo, os doentes, os que sofrem privações, solidão ou abandono. Sentimos com particular ênfase os recentes sofrimentos de várias famílias e comunidades, consequência do desabamento de uma das estradas que interligava esta histórica vila à vizinha Borba. Rezamos pelos defuntos e unimo-nos ao luto de suas famílias e amigos.

Com Vossa Excelência, Senhor Presidente, unimo-nos à vasta comunidade lusófona até onde Nossa Senhora da Conceição chegou com os nossos navegantes e missionários, desde Macau, Goa, do Forte de Moçambique, no atual Maputo, Luanda, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde até à Senhora da Conceição da Aparecida, no Brasil. Senhor Presidente, muito obrigado!

+ Francisco José, Arcebispo de Évora

8 de Dezembro: Presidente da República participará nas celebrações em Vila Viçosa

Neste sábado, dia 8 de Dezembro, celebra-se a Solenidade da Imaculada Conceição, que é vivida por toda a Arquidiocese de Évora. Um dos pontos altos da celebração será em Vila Viçosa, no Santuário de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, onde o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, estará presente.

As celebrações no Santuário de Vila Viçosa começarão pelas 9h30, com o acolhimento dos Peregrinos e recitação do Terço, a cargo das Confrarias de Nossa Senhora da Conceição.

Às 10h30, será celebrada a Eucaristia da Solenidade da Imaculada Conceição, presidida pelo Arcebispo de Évora, D. Francisco José Senra Coelho, que será transmitida em directo na RTP 1 e RTP Internacional. Na Eucaristia deverá participar o Presidente da República, assim como marcarão presença familiares e amigos das vítimas da derrocada na Estrada Municipal entre Borba e Vila Viçosa, ocorrida a 19 de Novembro.

Às 14h30, haverá recitação do Rosário a cargo da Mesa das Confrarias de Nossa Senhora da Conceição, seguida, pelas 15h, de Procissão em honra de Nossa Senhora da Conceição pelas ruas de Vila Viçosa, na qual participará D. Duarte de Bragança e sua família.

Às 17h, será celebrada a Eucaristia da tarde, no final da qual haverá o Acto de Consagração e encerramento às 18h30.

A Imaculada Conceição é Padroeira da Arquidiocese de Évora e é uma das principais solenidades do calendário litúrgico da Igreja Católica.

Recorde-se que D. João IV coroou a Imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa como Rainha de Portugal nas cortes de 1646. Por isso, o dia 8 de Dezembro transcende o “Dia Santo” dos Católicos e engloba indubitavelmente a comemoração da Independência de Portugal, que o dia 1 de Dezembro retoma. O feriado do dia 8 de Dezembro é religioso, mas é também celebrativo da cultura, da tradição e da espiritualidade da alma e da identidade do povo português.

Celebração da Imaculada Conceição em destaque no Ser Igreja – PROGRAMA JÁ DISPONÍVEL

OIÇA AQUI NA ÍNTEGRA O PROGRAMA DESTA SEXTA-FEIRA – 7 DE DEZEMBRO DE 2018

A celebração da Imaculada Conceição (8 de Dezembro) na Arquidiocese de Évora estará em destaque no Ser Igreja desta sexta-feira, 7 de Dezembro. Fique a par dos pormenores da celebração desta Solenidade no espaço informativo “Espiga Doirada”.

“Selfies e tatuagens” é o tema da reflexão deste mês da rubrica “Reflexos” da responsabilidade do cónego Manuel Maria .

Nesta emissão contamos com a rubrica semanal da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre sobre a realidade dos cristãos perseguidos no mundo.

Para finalizar teremos ainda o espaço Palavra na Vida, ao ritmo do Evangelho de cada domingo.

Não perca este interessante programa que será emitido nesta sexta-feira, a partir das 23h, nas seguintes rádios do Alentejo: Rádio Sim Alentejo em 97.5 FM; Rádio Despertar (Voz de Estremoz) em 94.5 FM; Rádio Campanário (Voz de Vila Viçosa) em 90.6 FM; e Rádio Telefonia do Alentejo (Évora) em 103.2 FM.

O programa será também emitido no domingo, a partir das 11h, na emissora Rádio TDS – Telefonia do Sul (Setubal, Alentejo e Lisboa.) em 93.9FM e 104.7FM.

Contudo, esta emissão pode também ser ouvida on-line na página oficial da Arquidiocese de Évora em dioceseevora.pt ou na página de Facebook da Arquidiocese de Évora OU CLIQUE AQUI.

A PALAVRA AO NOSSO ARCEBISPO: O desafio do Voluntariado

Ainda no rescaldo do Dia Internacional do Voluntariado ao Serviço do Desenvolvimento Económico e Social da Humanidade, marcado pela ONU em Dezembro de 1985 para o dia 5 de Dezembro de cada ano, portanto celebrado ontem, percebemos que apesar do crescimento do voluntariado em número de instituições e de voluntários, Portugal segundo as estatísticas ditas oficiais é ainda um país com reduzida cultura de voluntariado no contexto dos países europeus. Eis um desafio que importa acolher como Cristãos, entre as nossas diversas opções de cidadania. Sim, aos cristãos importa responder a tudo o que é apelo para servir e possa contribuir para a humanização. À maneira de Cristo, estamos para servir e não para ser servidos.

Aproveito para saudar os muitos milhares de voluntários eclesiais que sem estatuto oficial de voluntários o são de facto: milhares de catequistas; milhares de escuteiros; milhares de visitadores de doentes, idosos e sós; milhares de coralistas; milhares de cuidadores e zeladores gratuitos de igrejas e capelas, parte muito significativa do nosso património artístico, tão decisivo para o êxito turístico que todos aplaudimos e do qual beneficiamos; centenas de Servitas e muitos outros voluntários em apoio dos milhões de peregrinos que do mundo inteiro acorrem a Fátima e a outros Santuários e Igrejas do país; milhares de paroquianos que aderem aos apelos dominicais dos seus párocos para constituírem as equipas de recolha de alimentos para o Banco Alimentar Contra a Fome, para o peditório nacional da Caritas, para o Dia Mundial das Missões, para os roupeiros sociais, para os cabazes que inúmeras paróquias oferecem a famílias carenciadas, etc.
O meu OBRIGADO a este país de voluntários e ainda com activa vizinhança, é de um pastor da Igreja e não de um político, porém devo recordar que os voluntários cristãos também são cidadãos e por isso fazem parte dos voluntariados do nosso país e assim sendo, afinal somos muitos! Portugal continua a ser um país de voluntários! Que a noção de voluntariado não seja ideológicamente redutora, pois isso contradiz a essência plural, aglutinadora e aberta da própria noção de voluntariado.
Évora, 6 de Dezembro de 2018
+ Francisco, Arcebispo de Évora

TWEET DE 6 DE DEZEMBRO: DESAFIO AO VOLUNTARIADO

Neste dia 6 de Dezembro, D. Francisco José Senra Coelho publica na sua conta do Twitter um novo Tweet, que aqui partilhamos:

“Ainda no rescaldo do Dia Internacional do Voluntariado (5 de Dezembro), percebemos que apesar do crescimento do voluntariado em número de instituições e de voluntários, Portugal segundo as estatísticas ditas oficiais é ainda um país com reduzida cultura de voluntariado.
Eis um desafio que importa acolher como Cristãos, entre as nossas diversas opções de cidadania. Sim, aos cristãos importa responder a tudo o que é apelo para servir e possa contribuir para a humanização. À maneira de Cristo, estamos para servir e não para ser servidos.”