A Palavra ao nosso Arcebispo: Diáconos da Arquidiocese de Évora

S. Cipriano, Bispo de Cartago no Norte de África, informou um mês antes do seu próprio martírio, que o Bispo de Roma, o Papa Sito II ( 257-258), conjuntamente com quatro Diáconos da sua Igreja, foram presos por soldados romanos, enquanto celebravam a Eucaristia no Cemitério de S. Calisto. Ali mesmo foram mortos com outros membros do clero.

Era o dia 7 de Agosto de 258. Escapou apenas um Diácono do Colégio Diaconal de Roma, S. Lourenço, o tesoureiro da Igreja Romana.
Um antigo documento, “Depositio martyrum” do ano 354, indica que o S. Lourenço foi sepultado três dias depois, a 10 de Agosto. Não foi logo morto com o Papa Sisto II, porque os perseguidores esperavam arrancar-lhe os tesouros que supunham que a Igreja tivesse.
Lourenço foi queimado vivo ao declarar que o único tesouro que possuia eram os pobres que o Papa lhe confiara para sustentar e acudir com a ajuda da comunidade. Outros tesouros a Igreja de Roma não possuia.
Saúdo neste dia os estimados Diáconos da nossa Arquidiocese de Évora e desejo-lhes a fortaleza de S. Lourenço para testemunharem Cristo no tempo que nos é dado ser Cristãos e agradeço as dádivas do seu serviço ministerial às Comunidades que servem com dedicação.
A bênção de Deus para eles e suas Famílias.
+ Francisco José, Arcebispo de Évora

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