Corpo Nacional de Escutas: Tomada de posse da nova junta regional

No domingo da Epifania do Senhor tomaram posse os novos órgãos da junta regional e conselho fiscal e jurisdicional da Região de Évora do Corpo Nacional de Escutas.

A celebração decorreu na Igreja de S. Francisco, local onde o movimento deu os primeiros passos no dia 12 de junho de 1936. Presidiu à Eucaristia o senhor Arcebispo D. José, que contou com a presença de representantes de todos os agrupamentos, de autoridades civis, do chefe e assistente nacionais, dos chefes das juntas regionais de Setúbal ,Lisboa, Porto e Coimbra, de alguns assistentes de agrupamento e de escoteiros da AEP.

Na homilia o presidente da celebração falou da dimensão universal do movimento escutista que se pode encontrar também no espírito da Epifania, da acção do adulto como uma resposta de fidelidade ao chamamento de Deus e do seu papel como educador.

Após a Eucaristia o Presidente da Mesa dos Conselhos Regionais orientou a cerimónia da tomada de posse, que começou com a leitura de uma mensagem do chefe regional cessante. Tomaram posse os seguintes dirigentes: chefe regional para o triénio José Serafim, chefe regional adjunta Cristina Sarnadinha, secretária regional de adultos Cristina Parreira, secretária regional para a gestão Marta Silvério, secretários regionais pedagógicos Elisa Rodrigues, Olga Sola, Joaquim Noruegas e Tiago Bagorrilha. Para o Conselho fiscal e jurisdicional regional tomaram posse como presidente o dirigente António Silva, vice presidente António Reis e o secretário, Jorge Santos.

O chefe regional dirigiu-se a toda a região agradecendo a confiança que depositaram nesta nova equipa e falou da sua vontade de construir uma “+ região”, lema para o triénio 2018-2020: sendo a região de Évora marcada pelas grandes distâncias, é preciso “ligar, fortalecer e consolidar”.

Usou ainda da palavra o chefe nacional Ivo Faria afirmando que conta com a região de Évora para o desenvolvimento do escutismo nacional e disponibilizando-se para ajudar a região em todas as circunstancias.

Toda a celebração terminou com um “vinho alentejano” no Seminário Maior.

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