Arcebispo de Évora presidiu a Eucaristia no Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada

No domingo, dia 20 de novembro, às 9h00, o Arcebispo de Évora presidiu à Eucaristia, na igreja de S. Francisco, em Évora, integrada na Cerimónia Nacional que se realizou na cidade para assinalar o Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada. Concelebrou o P. Manuel Ferreira, o P. Antão, e serviu ao altar o diácono António Martins.

Marcaram presença o casal prof. Adérito e a dra. Filomena Araújo, da Associação GARE, que organizou em Évora a celebração nacional do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada, o representante da PSP, e a Directora Geral da Saúde, Dra. Graça Freitas.
A associação GARE surgiu depois da ocorrência de um grave acidente rodoviári onde faleceram 4 jovens da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, no tempo em que o atual Arcebispo de Évora era Pároco naquela Paróquia.
Marcou também presença, o Agrupamento 37 do Corpo Nacional de Escutas, com sede na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima,  que levou um tabuleiro de velas acessas até ao altar, como símbolo das vítimas da estrada.
À homilia, o Arcebispo de Évora, D. Francisco José Senra Coelho disse que “o amor é sempre fonte de vida, por isso, quem é amado nunca morre. Se pensarmos nos nossos pais, filhos, esposos que um dia partiram e nos deixaram, percebemos pela experiência da nossa vida que estes permanecem vivos nos nossos corações, ou seja, que nos nossos corações não morrem. Todo aquele que é amado permanece vivo no coração de quem o ama”.
“Sendo Cristo o Amor misericórdioso do Pai para toda a Humanidade, todos os que lhe pertencem não morrem, mas para sempre vivem no seu coração que é a Casa de Deus, a Vida Eterna. Por isso, ser cristão é acreditar que a beleza nos salva, percebendo que essa beleza se descobre em quem dá a vida pelo seu amigo, perdoando sempre e sem condições prévias com Nosso Senhor Jesus Cristo: “Pai, perdoa-lhes por que não sabem o que fazem”; “Pai nas vossas mãos entrego o meu espírito”, acrescentou o Prelado eborense.
“Acreditamos que o Amor está vivo, por isso estamos aqui em oração repleta de esperança e sentido”, disse o Arcebispo de Évora, concluindo com Santo Agostinho, bispo de Hipona, “que tristeza de te ver partir, não nos faça esquecer a alegria de te ter tido”.

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