16 de julho: E o Escapulário?

E o Escapulário?

1.ª PARTE

Como já vinha sendo habitual nos últimos anos em Évora, no dia 16 de Julho, era feita a imposição do escapulário. Este ano, tudo dependerá da situação pandémica do momento.
O Escapulário, no início, era pouco conhecido pelos leigos, mas a pouco e pouco, foi-se tornando conhecido e até já vinham interessados de outras cidades pedir para receberem aqui a imposição do escapulário castanho (carmelita). A imposição até chegou a ser feita em Estremoz, a pedido de um pároco.
Este sacramental, que durante décadas era imposto logo no dia do baptismo, infelizmente caiu no esquecimento durante dezenas de anos.
Muitos católicos habituaram-se a carregar consigo: amuletos, objectos de feitiçaria, orações para dar sorte, figas, meias luas, pulseiras dos olhinhos, a mão de Fátima… etc., etc., etc.
Eles não sabiam, que na sua Igreja, na Igreja Católica, existe um baú que está repleto dos mais valiosos tesouros!!!
Basta abri-lo, pois está acessível a todos os que o procuram e encontram lá dentro as maiores riquezas, que existem em todo o mundo!
Ele tem os Santos Sacramentos, as Bênçãos, a Consagração à Virgem Maria e ao seu Imaculado Coração, a Consagração ao Sacratíssimo Coração de Jesus, o Santo Rosário, o Santo Terço à Virgem Maria, o Terço da Divina Misericórdia, O Santo Escapulário, a Água Benta, e outros Sacramentais, etc., etc., etc.
É a isto que nós, os católicos, temos de recorrer para nos protegermos, pois é Deus quem no-los oferece e não falsos intermediários!
E eles são uma pura oferta de amor, não custam dinheiro nenhum. Custaram sim, a vida de Jesus, Nosso Senhor, que morreu na cruz para nos salvar.
E nós vamos recusar a Sua oferta e ofendê-Lo, batendo à porta de falsos profetas?!
Nas próximas semanas iremos contar a História do escapulário e os milagres, que por sua intercessão, têm acontecido.
Siga-nos nas próximas semanas.

M.F.H.

 

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