1 a 30 janeiro: Paróquias da Arquidiocese acolhem os Símbolos da JMJ (com fotos e vídeos das Paróquias)

A Cruz da Jornada Mundial da Juventude e o Ícone de Nossa Senhora iniciaram uma peregrinação por todas as dioceses de Portugal em novembro de 2021, a qual se vai prolongar até julho de 2023.

No início de Janeiro de 2022 começou a sua peregrinação pela Arquidiocese de Évora.

Dia 21 de janeiro – Lavre

 

 

 

 

 

 

 


Dia 22 de janeiro – Vendas Novas


Dia 23 de janeiro – Montemor-o-Novo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Dia 20 de janeiro – Santo Estêvão

 

 


Dia 19 de janeiro – Samora Correia

 

 


Dia 18 de janeiro – Benavente

 

 


Dia 17 de janeiro – Coruche

 


Dia 16 de janeiro – Mora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Dia 15 de janeiro – Montargil

 


Dia 14 de janeiro – Sousel


Dia 13 de janeiro – Veiros


Dia 12 de janeiro – Fronteira

 


Dia 11 de janeiro – Campo Maior


Dia 10 de janeiro – Elvas

 


Dia 9 de janeiro – Estremoz


Dia 8 de janeiro – Borba


Dia 7 de janeiro – Vila Viçosa

 


Dia 6 de janeiro – Alandroal

 


Dia 5 de janeiro – Mourão

 


Dia 4 de janeiro – Monte do Trigo


Dia 3 de janeiro – Portel


Dia 2 de janeiro – Redondo

 

Nestes dias 2 e 3 de janeiro foi a vez dos jovens de Redondo e Portel acolherem a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora, com o seguinte programa:


Dia 1 de janeiro de 2022 – Reguengos de Monsaraz


31 de dezembro de 2o21 – Cais do Campinho


Os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude [1]

A Jornada Mundial da Juventude conta com dois símbolos que a acompanham e representam: a Cruz Peregrina e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani. Nos meses que antecedem cada JMJ, os símbolos partem em peregrinação para serem anunciadores do Evangelho e acompanharem os jovens, de forma especial, nas realidades em que vivem.

A receção e o acolhimento dos símbolos têm dado muitos frutos um pouco por todo o mundo. Em África, estes dois símbolos instaram os jovens a converterem-se numa geração não-violenta, encabeçaram várias marchas pela paz e foram tocados por milhares, que os saudaram também com os trajes típicos dos seus países. Ajudaram ainda a levar reconciliação onde havia tensão, como em Timor-Leste.

A Cruz peregrina

Com 3,8 metros de altura, a Cruz peregrina, construída a propósito do Ano Santo, em 1983, foi confiada por João Paulo II aos jovens no Domingo de Ramos do ano seguinte, para que fosse levada por todo o mundo. Desde aí, a Cruz peregrina, feita em madeira, iniciou uma peregrinação que já a levou aos cinco continentes e a quase 90 países. Tem sido encarada como um verdadeiro sinal de fé.

O ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani

Desde 2000 que a cruz peregrina conta com a companhia do ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, que retrata a Virgem Maria com o Menino nos braços. Este ícone foi introduzido ainda pelo Papa João Paulo II como símbolo da presença de Maria junto dos jovens. Com 1,20 metros de altura e 80 centímetros de largura, o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani está associado a uma das mais populares devoções marianas em Itália. É antiga a tradição de o levar em procissão pelas ruas de Roma, para afastar perigos e desgraças ou pôr fim a pestes. O ícone original encontra-se na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, e é visitado pelo Papa Francisco que ali reza e deixa um ramo de flores, antes e depois de cada viagem apostólica.

[1] Fonte: https://www.lisboa2023.org/pt/sobre/os-simbolos-da-jmj