4 de setembro, em Évora: Missa de inauguração da clausura no Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli (Convento da Cartuxa) (Com Fotos, Vídeos e Podcast)

 

Veja aqui a foto-reportagem de Pedro Miguel Conceição para o jornal “a defesa”:

 

 

Oiça aqui a reportagem da Rádio Esperança:

 

Reveja em baixo a parte final da Eucaristia, com o encerramento da Clausura do Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli – Cartuxa de Évora:

Reveja no link a Eucaristia de inauguração oficial da clausura no Mosteiro de Scala Coeli (Cartuxa de Évora) – link

 

O Instituto das Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará, também em nome da Arquidiocese de Évora e da Fundação Eugénio de Almeida, informa que a inauguração oficial da clausura no Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, com a instalação da Comunidade contemplativa Serva de Deus Lúcia dos Santos, aconteceu com a celebração da Santa Missa no domingo, dia 4 de setembro, às 18h, na Igreja do Mosteiro (Convento da Cartuxa).

A Eucaristia, que foi presidida pelo Arcebispo de Évora, D. Francisco José Senra Coelho, foi aberta a toda a comunidade.

Recorde-se que no dia 5 de março de 2021, o Arcebispo de Évora acolheu as Irmãs Servidoras do Senhor, destinadas à Cartuxa Scala Coeli, celebrando a Eucaristia, na Igreja de S. Francisco, em Évora.

Naquele dia, chegaram as oito Irmãs Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará, de várias nacionalidades, que vão agora constituir a Comunidade Monástica Contemplativa na Cartuxa de Évora, permitindo assim que aquele espaço sagrado continue a ser um “pulmão espiritual” na cidade e na Arquidiocese.

Enquanto as obras de adaptação decorreram no Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, a Cartuxa de Évora, estas Irmãs habitaram uma casa preparada para o efeito, contígua à Igreja de São Francisco, Paróquia de São Pedro, em Évora.

O Instituto Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará é o ramo feminino da Família Religiosa do Verbo Encarnado. Compõe-se de irmãs tanto de vida apostólica como de vida contemplativa. Foi fundado na cidade de São Rafael na Argentina pelo Padre Carlos Miguel Buela, a 25 de março de 1984.

(Leia na próxima edição do suplemento Ser Igreja (jornal “a defesa”), de 7 de setembro, a reportagem do encerramento da clausura na Cartuxa de Évora)

 

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