Assinado o Contrato de Empreitada para a Recuperação/Requalificação da Igreja do Espírito Santo de Évora

O Seminário Maior de Évora assinou, neste dia 6 de Maio de 2020, o “Contrato de Empreitada de Recuperação/Requalificação da Igreja do Espírito Santo de Évora” com a empresa AUGUSTO DE OLIVEIRA FERREIRA E CIA,. LDA e o “Contrato de Fiscalização da Empreitada de Recuperação/Requalificação da Igreja do Espírito Santo de Évora” com a empresa AFAPLAN – PLANEAMENTO E GESTÃO DE PROJECTOS, S.A.

Recorde-se que a 28 de Outubro de 2019, em Diário da República, foi publicado o lançamento do respectivo concurso público que viabiliza a salvaguarda e valorização deste testemunho essencial da arquitectura, arte e missão da Companhia de Jesus.

Recorde-se ainda que a aprovação da candidatura para o financiamento da Recuperação/ Requalificação da Igreja do Espírito Santo de Évora, submetida ao abrigo do Programa Operacional Regional do Alentejo, Alentejo 2020, vem possibilitar, através da captação de 2 461 383.81 euros, a urgente intervenção na igreja construída pelos Jesuítas nos longínquos anos de 1566/72. Deste valor base, 25% terão que ser assumidos pela entidade adjudicante, o Seminário Maior de Évora.

Este projecto de Recuperação/Requalificação da Igreja do Espírito Santo de Évora conta com a parceria da Direcção Regional da Cultura do Alentejo e do Laboratório Hercules, da Universidade de Évora, para alcançar os objectivos principais relativos a este importante património edificado, móvel e integrado.

Assim, estão previstas as obras de restauro, estrutura e consolidações, infra-estruturas eléctricas, mecânicas, águas e esgotos, museológicas e acessibilidades exteriores, a serem cumpridas no prazo de 18 meses.

No seguimento de uma estratégia já iniciada na igreja de São Francisco pelo Cónego Manuel Ferreira, representante da entidade adjudicante, pretende-se dotar o edifício de todas as condições necessárias para o tornar num ponto de referência do património cultural, devocional e turístico da cidade, designadamente com a abertura regular ao público e acesso a espaços antes reservados, como à sacristia e ao extraordinário conjunto de pinturas murais do tecto, articulando composições de grotescos com o ciclo de pinturas sobre a vida de Santo Inácio de Loyola.

 


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